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Delegação Permanente da República de Angola junto da UNESCO

Conferência Mundial da UNESCO, MONDIACULT 2022, México

28 Setembro de 2022
Presença dos 135 Ministros da Cultura, 83 Organizações Não Governamentais, 32 Organizações Intergovernamentais e 9 agências das Nações Unidas

A Conferência Mundial da UNESCO sobre as políticas culturais e desenvolvimento sustentável – MONDIACULT 2022, foi a maior conferência mundial consagrada a cultura nos últimos 40 anos, e contou com o engajamento de 150 países, a presença de 2600 participantes, 135 Ministros da Cultura, 83 Organizações Não Governamentais, 32 Organizações Intergovernamentais e 9 agências das Nações Unidas. Angola esteve representada na referida Conferência, com uma delegação chefiada pelo Ministro da Cultura e Turismo Dr. Filipe Zau, na qual integrou Sua Excelência Embaixadora Ana Maria de Oliveira, Delegada Permanente de Angola junto da UNESCO, tal como técnicos do Ministério da Cultura e Turismo, da Delegação Permanente de Angola junto da UNESCO, e da Comissão Nacional para a UNESCO.

Sua Excelência Dr. Filipe Zau, Ministro da Cultura e Turismo participou da Sessão Temática “Cultura para o Desenvolvimento Sustentável” onde fez uma intervenção, na qual realçou a importância da salvaguarda do património cultural, material e imaterial, e as indústrias criativas, como suportes de identidade, de pesquisa científica e de empregabilidade, e da grande importância para a República de Angola. Realçou ainda sobre a importância para o Governo Angolano, da restituição dos bens culturais roubados ou traficados ilicitamente, sendo estas questões preocupantes e que devem ser analisadas ao nível das comunidades locais e da diplomacia cultural. Sua Excelência Ministro da Cultura e Turismo defendeu ainda a extrema importância, dos assuntos relacionados com a livre circulação de agentes e bens culturais, principalmente, entre países transfronteiriços, tendo em conta as suas afinidades culturais.

Pelo que, urge a necessidade de se consolidar a livre circulação, para artistas e outros “operários de cultura”, devendo-se, para tal, criar as condições indispensáveis para a sua valorização profissional. Recordou ainda que o desenvolvimento cultural sustentável, passa também pela implementação de políticas integradoras, considerando a protecção do património histórico-cultural dos impactos das alterações climáticas.